
Um cliente alemão está processando a Aston Martin após enfrentar diversos problemas com seu Valkyrie, supercarro equipado com motor derivado da Fórmula 1 e avaliado em mais de US$ 3,2 milhões.
+Drone ucraniano destrói embarcação russa com tropas de assalto na costa da região de Kherson
+Vídeo: Tanque Abrams ucraniano é destruído por drone Lancet na região de Sumy
A ação judicial alega falhas em sistemas elétricos e de segurança desde a entrega do veículo, em fevereiro de 2022. O caso ganhou destaque após um incidente em agosto de 2024, quando o sistema de áudio externo, essencial para que o motorista ouça sons externos devido ao alto ruído interno, falhou, quase resultando em uma colisão com uma ambulância.
Segundo o proprietário, o sistema falho impediu que ele ouvisse a sirene do veículo de emergência, o que só não terminou em acidente graças à manobra do condutor da ambulância. Ele também relata falhas constantes no sistema elétrico de alta tensão, mensagens de erro no painel e a retirada, sem autorização, de uma peça importante da suspensão durante uma manutenção. Além disso, o carro teria sofrido danos na carroceria durante transporte para revisão.
A Aston Martin nega as acusações e defende que o veículo está dentro das especificações técnicas. A fabricante admite a possibilidade de recompra, mas exige uma taxa de US$ 63,8 mil, alegando uso do carro, que rodou apenas 440 km.
A disputa também gira em torno da jurisdição do processo: enquanto ele corre na Justiça alemã, a marca tenta levá-lo para o Reino Unido, local onde o contrato foi assinado e o carro foi fabricado.
Fonte: Quatro Rodas | Foto: Instagram @astonmartin | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
